A Fonte do Tinteiro é uma das nascentes termais mais emblemáticas de Ourense, situada às margens do rio Miño e acessível por um agradável passeio desde a estação de ônibus, passando ao lado do campo da feira. Esta fonte, equipada com uma bomba manual para extrair a água de seu poço, oferece águas de mineralização fraca, bicarbonatadas, sódicas e fluoradas, que emergem a uma temperatura de 43 ºC.
Suas águas são conhecidas por suas propriedades terapêuticas, especialmente recomendadas para tratar afecções bucodentais e da pele, como dermatites, úlceras varicosas, acne e eczema, além de favorecer a cicatrização de feridas. Na primavera, a fonte atrai visitantes de toda a península e Portugal. O entorno foi recentemente reabilitado pela Prefeitura, e agora é possível desfrutar das águas sob duas pérgolas com vista para o rio
Você sabia que em Ourense há uma fonte mágica junto ao rio Miño? Chama-se Fonte do Tinteiro e muitas pessoas vão lá buscar água porque dizem que é muito boa para a pele e para curar feridas. A água sai quentinha, a 43 graus, e você pode tirá-la você mesmo usando uma bomba que parece uma alavanca. Na primavera, vêm pessoas de muitos lugares para experimentá-la. Além disso, há dois telhadinhos (pérgolas) onde você pode sentar e desfrutar da vista para o rio enquanto toma a água especial da fonte
A Fonte do Tinteiro, localizada no Paseo Termal do rio Miño a cerca de 700 metros das termas de A Chavasqueira, constitui um referencial do termalismo tradicional ourensano. Esta nascente, de águas bicarbonatadas, sódicas, fluoradas e de mineralização fraca, brota a 43 ºC e apresenta características mesotermais, alcalinas, sulfuradas e ligeiramente radioativas. Sua composição as torna especialmente indicadas para o tratamento de afecções bucodentais, dermatite seborreica, úlceras varicosas, acne e eczema atópico, assim como para favorecer a cicatrização de feridas. A fonte dispõe de um poço com bomba manual e seu entorno, recentemente reabilitado, conta com pérgolas para a proteção dos usuários. A tradição popular e a literatura termal atribuem a essas águas um notável valor terapêutico, o que explica a afluência sazonal de usuários locais e forasteiros, especialmente na primavera