O Pazo de Piñor, conhecido tradicionalmente como Casa dos Lemos, encontra-se a apenas 3-4 quilômetros da cidade de Ourense, entre os locais conhecidos como As Quintas e O Hospitaliño, na paróquia de San Lourenzo de Piñor. Sua origem remonta ao início do século XVI, a partir da casa de um camponês acomodado chamado Pero García de Pazos. Os proprietários posteriores foram os que construíram o edifício atual, cuja estrutura principal data do segundo terço do século XVI, embora conserve elementos dos séculos XVIII e XIX, sendo deste último as dependências agrícolas. No exterior destacam-se suas duas chaminés altas e delgadas, as portas e o fechamento perimetral, que permite ver as fachadas interiores. No interior sobressai uma bonita escada de granito de estilo barroco compostelano. O jardim está muito bem conservado graças ao fato de o edifício continuar habitado, e os atuais moradores continuam com trabalhos de reabilitação e melhoria.
O Pazo de Piñor, também chamado Casa dos Lemos, é uma casa antiga e grande que está muito perto de Ourense, no campo. Há muitos anos, no século XVI, um camponês chamado Pero García de Pazos vivia ali e, com o tempo, sua família e outros donos foram construindo a casa que vemos hoje. O pazo tem duas chaminés muito altas, um jardim bonito e uma escada de pedra muito especial. A casa está rodeada por um muro e, como ainda vive gente nela, cuidam muito dela e estão arrumando-a pouco a pouco.
O Pazo de Piñor, conhecido como Casa dos Lemos, constitui um relevante exemplo de arquitetura civil galega, situado entre os locais de As Quintas e O Hospitaliño na paróquia de San Lourenzo de Piñor, a poucos quilômetros de Ourense. Sua origem situa-se no início do século XVI, a partir da habitação de um mediero acomodado, Pero García de Pazos, sendo os sucessivos proprietários que impulsionaram a atual configuração do imóvel. A fábrica principal, do segundo terço do século XVI, conserva vários corpos originais e foi ampliada com elementos dos séculos XVIII e XIX, destacando neste último as dependências agrícolas. Exteriormente, sobressaem duas chaminés estilizadas, as portas e o fechamento perimetral baixo, que permite uma visão parcial das fachadas interiores. O interior alberga uma notável escada de granito, representativa do barroco de placas compostelano. O jardim, em excelente estado de conservação, e os contínuos trabalhos de reabilitação por parte dos atuais moradores, contribuem para a preservação e valorização do conjunto.