O ferry de Santa Rita de Cassia une as duas margens do Miño entre A Guarda e o
município português de Caminha em um trajeto com 15 minutos de duração. Apesar de
que o rio conta com cinco pontes internacionais, fazem 24 anos que este ferry
proporciona um serviço ininterrupto. Assim Galícia e Portugal estão unidos por uma
embarcação que presta serviços até hoje. Os usuários utilizam para ir ao trabalho ou
para realizar compras nos mercados de sua preferência, assim ambas margens se
beneficiam desta dinâmica, considerando que a passagem mais próxima se encontra na
Paróquia de Goián, um trajeto com mais de 40 km.
É uma porta aberta para Portugal que além de trocas comerciais, também continua o
Caminho Português pela costa galega para iniciar a primeira etapa no município de A
Guarda.
Esta experiência permite contemplar uma perspectiva diferente da paisagem, desde o
centro a foz do rio controlada pelo Monte Santa Tegra na Galícia, o Forte de Ínsua com
sua fortaleza distante e a riqueza da flora em ambas margens. Também se identificam
várias ilhas fluviais que se prolongam à medida que se avança sobre o rio, algumas
arborizadas e outras de pastagem.
O ferry navega dentro de uma zona classificada como Zona de Especial Conservação
(ZEC) Baixo Miño pela rede Natura 2000 onde o lado leste do rio Miño é declarado Zona
de Especial Proteção para as Aves (ZEPA), lugar ideal para observar a grande variedade
de aves que vivem no estuário.
O Miño une ecossistemas como os habitats do estuário com uma extensa zona de junco
e pastagens húmidas, ilhas e bancos de areia com elementos costeiros como sistemas
de dunas e zonas rochosas entremarés.
Destacam os grupos de vida marinha e costeira, onde os mais significativos são: os
habitats costeiros e a vegetação halófita.
É preciso ter em conta que o uso deste ferry está condicionado pelas marés, já que a
areia e os limos vão preenchendo o leito do rio com o passar do tempo. Os dois
municípios, tanto o de Caminha, que são proprietários da embarcação e responsáveis
pelo seu gerenciamento, como o de A Guarda, atualizam todas as segundas-feiras o
calendário de saídas, para facilitar o acesso de peregrinos, usuários e turistas.
O Ferry Boat de Santa Rita de Cassia é o meio de transporte que faz a travessia de
Caminha - A Guarda em um trajeto que dura menos de 15 minutos. É o último ferry do
Miño e leva mais de 24 anos funcionando apesar de já existir cinco pontes internacionais
que conectam com o país vizinho.
É uma porta aberta para Portugal que além de trocas comerciais, também continua o
Caminho Português pela costa galega para iniciar a primeira etapa no município de A
Guarda.
É preciso ter em conta que o uso deste ferry está condicionado pelas marés, já que a
areia e os limos vão preenchendo o leito do rio com o passar do tempo. Os dois
municípios, tanto o de Caminha, que es proprietário da embarcação são responsáveis
pelo seu gerenciamento, como o de A Guarda, atualizam todas as segundas-feiras o
calendário de saídas, para facilitar o acesso de peregrinos, usuários e turistas.
O ferry atravessa o lado leste do rio Miño, espaço natural protegido, reconhecido como
Zona de Especial Proteção para as Aves (ZEPA), dentro da Zona de Especial de
Conservação (ZEC) Baixo Miño. A ZEPA, lado leste do Miño, localiza-se al final deste rio,
antes de desembocar no Oceano Atlântico. Compreende os limites das últimas parcelas
de terrenos municipais de Tomiño, O Rosal e A Guarda.
Despois do cais de saída da balsa, medida que se avança sobre o rio, encontra-se o
estaleiro de “O Pasaxe” lugar onde se realiza um tipo de carpinteira artesanal
denominada carpinteira da Ribeira. O trabalho de carpinteiro da Ribeira começa na
cidade de A Guarda com a chegada de professores carpinteiros portugueses a princípios
da década de 30 no século XX. A primeira construção foi um barco, Constantino
Candeira, com 400 toneladas de madeira e três mastros a vela. Este barco deu origem a
frota de serralheiros de Candeira e serviu de exemplo para muitos jovens que mudaram
a carpintaria de obra pela de barcos. Assim, surgiram os primeiros estaleiros de armado
e reforma de barcos de madeira, a vela e logo os barcos a vapor.
Antes disso, a construção de Gamelas e de barcos de pesca artesanais eram construídos
nos porões de algumas casas como a de o Minxos o de Manuel González.
Pouco a pouco os barcos de madeira foram substituídos pelos de fibra, mais econômicos
e fáceis de consertar, o que provocou uma queda na demanda deste oficio.
Atualmente poucas pessoas possuem conhecimentos suficientes para reviver a
carpintaria da Ribeira.
O XIV Encontro de Embarcações Tradicionais da Galícia, foi celebrado no porto de A
Guarda e organizado por Culturmar, (Federação Galega pela Cultura Marítima e Fluvial)
organização que nasceu no ano de 1993 com o objetivo de defender, divulgar y
dinamizar o Patrimônio Marítimo e fluvial da Galícia.
A atual balsa que une A Guarda com o município português de Caminha, é um barco -
ou melhor, um ferry - onde tanto os passageiros como os veículos podem cruzar o rio
Miño para aproveitar Caminha ou A Guarda em quinze minutos.
Este serviço é disponibilizado desde o porto de A Guarda e está em funcionamento todos
os dias do ano. Oferece um amplo horário para satisfazer as necessidades de seus
viajantes, porém, seus serviços podem ser modificados dependendo da situação da
maré, se está baixa ou se não houver visibilidade suficiente devido a neblina.
O ferry entre Caminha e A Guarda oferece uma grande oportunidade, tanto para os
locais como aos visitantes, pois, graças a ela, é possível aproveitar um passeio de barco
por quatro quilômetros. Trata-se, de uma forma diferente de visitar ambas localidades
utilizando um meio de transporte diferente.